Dois meses pro meu primeiro show...isso dá um calafrio terrível só de imaginar aquele bando de gente esperando pra me ouvir. Quero ter força pra agüentar isso, vou tentar de todos os modos fazer isso dar MUITO certo. Quem nunca sonhou com sucesso e grana a lot que atire a primeira pedra, fora o gosto de pisar em quem me pisou. Não quero nem uma vingança, eu quero mesmo é mostrar pra todo mundo que não acreditou em mim que EU CONSIGO. Pra isso, dou sangue e suor (também é só isso que eu dou xDD) e não posso medir esforços.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
OH NOES SÓ FALTAM DOIS MESES!
Postado por Kiva Holy Fang às 20:20 0 comentários
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Manchete do dia 25/11/2010
- Grande queima de automóveis no Rio de Janeiro! O gerente ficou louco e a Quinta Feira está fervendo na Penha! -
- É guerra, Rio de Janeiro vira praça de combate! Fuzileiros invadem morros e fecham ruas com equipamento bélico para conter TRAFICANTES e o Governador (desprovido de seu aparelho de audiçãoe de seus óculos que sumiram recentemente)diz que não está acontecendo NADA e aconselha a população a retomar sua rotina normal. -
- Extra! Tanques usados em parada militar são escalados e Penha vira campo de batalha! -
- Ex-militar norte-americano desabafa: "Dormi no Rio e acordei no Iraque" -
- Ministério do Turismo cria novo slogan para atrair turistas para o verão carioca: "Vem pro Rio que tá bombando!" -
- Bomba da ACME é encontrada na Estação de metrô do Maracanã: "Os criminoso estão usando armamento pesado" diz chefe do departamento anti-bombas. -
- Chefe do tráfico declara: "E isso é tudo pessoal! Amanhã voltaremos com nossa programação especial de fim de ano." E depois confessa que gostaria de atuar também no horário nobre da Globo, que infelizmente nega seu pedido por conta da queda de audiência caso atrasassem as novelas. -
- Nessa Quinta -Feira, aproveitando o clima dos ataques terroristas por parte do tráfico de drogas, foi lançado o novo Tropa de Elite 3 em 3D. Disponível em uma UPP próxima de VOCÊ! -
(Ps.:A montagem tá mal feita pq fui eu quem fiz xD)
Status: Ouvindo Yuki Kajiura - M12 + 13 (Tão sugestiva não?)
Postado por Kiva Holy Fang às 13:16 0 comentários
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Espelhos...
Pouco a pouco, as vozes que antes pernoitavam nos meus pesadelos desaparecem. Algumas vezes ainda acordo com medo e uma incontrolável vontade de chorar, mas simplesmente ignoro como a floresta que ignora o som da queda de uma árvore.
Muitas vezes, quando eu levanto da cama pela manhã, corre o gosto de ferrugem misturado com algo doce pela minha boca que eu espero descer pelo ralo junto com a água e a espuma da pasta de dentes, enquanto olho fixamente o estranho que mê vê no espelho, e não me refiro a mim, ao meu reflexo projetado numa superfície refletora, não, nunca. Me refiro ao meu verdadeiro eu que olha todos os dias hora decepcionado hora orgulhoso do que vê.
É incrivelmente bizarro pensar que na verdade não se tem controle de si mesmo, apesar desse eu inconsciente necessitar do eu consciente para sobreviver. Fico imaginando como deve ser a sensação de um dia aleatório, acordar e simplesmente descobrir que não é você que está acordando, agora é você mesmo, a sua essência que está despertando e agindo livre de qualquer interferencia de valor, moral ou medo que venha a martelar na sua cabeça depois.
Mesmo sabendo que o que o outro eu faz vai ter conseqüências de volta para o seu eu "normal", é incrível a capacidade de se manter tranqüilo consigo mesmo ao entender que tudo o que aconteceu foi resultado do seu verdadeiro comportamento. Alguns segundos da sua vida, por causa desse comportamento, podem transformar toda sua existência num verdadeiro inferno ou num pedaço do Éden na Terra, mas nada disso depende do seu eu consciênte e sim do eu de verdade o que, além de me incomodar muito, me faz ter, cada vez mais, um medo incontrolável de mim mesma...
Status: Ouvindo Mask - Dir en Grey
Postado por Kiva Holy Fang às 16:37 0 comentários
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Em Chamas
Sempre fomos uma família unida,ao menos eu pensava isso,de classe alta.Eu,Carlos,com vinte e três anos ocupava um cargo importante na empresa da família.Sei que a julgar pelos trapos que me cobrem o corpo pode parecer mentira,mas não é.Meu irmão Alan não trabalhava.Apenas cursava a faculdade com má vontade entre uma festa e outra.Apesar de afeminado era a luz dos olhos de nossos pais.
O fato que deu origem a minha desgraça ocorreu no aniversário de mamãe.A casa estava cheia,como sempre a extravagância de minha mãe falava mais alto e ela resolveu comemorar seus 55 anos de pura futilidade com um baile de mascaras estilo veneziano.
Não é preciso dizer que com a quantidade absurda de bebida que era servida,logo a festa virou um verdadeiro bacanal cujo um Bórgia se orgulharia e aproveitaria.Não nego que eu estava no meio da confusão toda,alias todos estávamos,inclusive o reizinho da casa.
A festa durou a noite toda,os convidados se foram pelas onze horas da manhã do dia seguinte.Quando a última pessoa se retirou foi que meus pais deram pela falta de Alan.Procuramos por toda a casa até encontráramos um dos quartos de hóspedes trancado.
Desse ponto em diante é que começa minha triste sina. Ao abrirmos o quarto, vimos meu irmão em estado deplorável: todo vomitado, pupilas dilatadas, nu, ânus sangrando muito e cortes por todo o corpo. Meus pais acionaram todos os recursos possíveis no exato instante, entre os gemidos de dor de Alan e as lágrimas histéricas de minha mãe.
Os exames revelaram a presença de várias drogas no sangue de meu irmão, marcas de luta caracterizando estupro e por fim estrangulamento. No quarto a polícia achou uma fantasia feminina (provavelmente que meu irmão estaria usando), algumas seringas, LSD e um estilete sem digitais.
A investigação durou alguns meses, minha mãe estava desolada, sua reputação no meio social nunca mais seria a mesma. Meu pai só dormia a base de calmantes fortes devido a perda do filho. Eu continuo minha vida normalmente, nunca fui muito apegado a família e não seria agora que isso mudaria.Posso ser coração de pedra,mas hipócrita nunca.
Três meses se passaram, estou em casa terminando uns relatórios quando a polícia me dá voz de prisão. Meu irmão estava vivo, mas isso foi mantido em sigilo para que eu não atentasse contra a vida dele. O maldito contou à polícia que eu havia sido o responsável por tudo aquilo.
Meus pais acreditaram em tudo é claro, ele era o favorito, sempre foi. Apesar de minhas digitais não terem sido encontradas, eu fui condenado a 8 anos de reclusão.
Passei por maus bocados na cadeia: Ameaças, tratamento agressivo e todo o tipo de tortura até finalmente sair daquele pesadelo. Ao sair, senti como se estivesse acabado de fugir de casa, sem a menor idéia do meu futuro. Apesar da certeza que seria enxotado, fui ver o que havia acontecido durante minha ausência.
Encontrei o mesmo caseiro que tínhamos antes que eu fosse preso. Estava obviamente mais velho e já meio caduco. Ele não me reconheceu (eu também não desejava isso)e começamos a conversar.Contei minhas desventuras na cadeia,sem dizer lhe o motivo de minha prisão nem meu nome,entre copos de vodka e cigarros.Logo o caseiro já se considerava meu amigo(estava bêbado)lamentando minha falta de sorte e começando a falar mal dos patrões : a esposa do dono da casa é uma adultera tão fútil quanto Salomé(nosso amigo,mesmo bêbado,por se dizer cristão genuíno,não usa vocábulos vulgares),o marido dela é um mão-de-vaca de marcar maior e tão desviado sexualmente quanto seu afeminado filho ; ambos homossexuais, drogados e praticantes de incesto.
Essa última parte me interessou,jamais me passara pela cabeça que meu pai e meu irmão manteriam uma relação incestuosa,convenci, entre mais algumas doses de vodka, o bom caseiro a dar-me seu útil relato. Segundo ele,meu pai e meu irmão mantém uma relação desde que esse tinha 17 anos ; ainda segundo o caseiro,ainda teria meu pai desvirginado meu irmão primeiro sodomizando depois sendo sodomizado.Minha mãe tinha pleno conhecimento de tudo e participava do ato as vezes com um ou mais amantes,todos na faixa de 17 à 19 anos.
Aquela confusão toda me chocou um pouco, perguntei ao caseiro como diabos isso nunca veio a público, então o pobre velho disse-me com toda franqueza do mundo que minha família era metida com todo tipo de bandido que se pode imaginar, isso somado aos mitos sobre um suposto pacto com o diabo envolvendo a venda da alma de um menino fazia com que todas as pessoas de todos os níveis sociais temessem muito nossa família.
Eu não sabia que o pior ainda estava por vir. O caseiro começou a me contar do caso do irmão mais velho de Alan, um jovem promissor filho bastardo do senhor da casa com uma empregada rejeitada por sua família por praticar vodu. Ao nascer, o dono da casa desfigurou sua mãe, a matou, cremou e suas cinzas foram misturadas ao leite do bebê aos poucos até que ele consumisse toda a existência da mãe.
Minha reação imediata foi o vômito. O caseiro tentava me ajudar cambaleando e dizendo-me que apesar de nojento e absurdo a história era toda verdadeira. Seu auxiliar ajudou no ritual e logo após ganhou uma promoção, aumento de salário e um infarto fulminante dois meses depois. Ninguém além do morto e de mim sabia que aquele homem possuía tal informação. Como a moça havia sido desertada e era absurdamente antipática, nem os empregados deram por sua falta.
Após mais alguns minutos de conversa me despedi de meu novo amigo e segui meu rumo. Eu sabia que agora estava sozinho, não podia entrar em contato com as cobras que eu chamava de amigos e namoradas, sabia que todos me virariam as costas.
Mergulhando em meus pensamentos descobri talvez uma saída. Alice era ex-namorada de meu irmão que não suportou ter sido passada pra trás por ele e sua melhor amiga. Eu não fazia idéia se ela me receberia ou não, mas decidi tentar. Fui até sua casa portando o ultimo fio de esperança que tinha de, talvez, poder me vingar daquela corja.
Alice me recebeu sem entender muito bem o que eu queria. Ela havia visto o que ocorreu nos noticiários, mas nunca mais teve notícias sobre o caso. Contei-lhe todo o relato do caseiro e ela pareceu não conseguir acreditar de jeito nenhum. Demorou um tempo, mas ela acabou se convencendo e concordando em me ajudar a me vingar.
Passou apenas uma semana desde que comecei a viver com Alice, estamos planejando minuciosamente como fazer aqueles malditos pagarem por tudo. Um amigo de Alice, expert em fazer identidades falsas, me deu uma carteira falsa que usei para tentar me empregar na casa de meus pais. Não me reconheceram, e como eu sempre fui muito bom em tudo que faço, eles resolveram me dar o emprego como mordomo chefe da casa uma vez que o antigo estava muito debilitado para executar suas tarefas.
Passei algum tempo espionando minha família. Numa tarde (quando quase todos os empregados estavam de folga) eu presenciei uma cena mais que nojenta. Entrei no sótão sem fazer barulho, para tentar apanhar documentos ou qualquer coisa que me fosse útil contra eles, e me deparei com a seguinte situação: Meu pai, meu irmão e dois rapazes que não deviam ter mais que 17 anos vestidos de colegiais se masturbando enquanto minha mãe os chicoteava, furiosamente, sentada num tipo de trono toda vestida com peles e espartilho numa fantasia chocante de tão assustadora.
Ela gritava coisas obscenas para os presentes, humilhava-os de todas as maneiras possíveis e por fim, quando todos chegaram ao ápice do prazer, tomou todo o esperma que eles lançaram a ela. Eu fui embora antes que me notassem. Era incrível o nível de perversão que eu nunca pude imaginar que eles tivessem, eu me senti um cego que vivia no meio da podridão e de repente alcancei a luz.
Relatei isso a Alice, ela começou a chorar sentindo-se idiota por ter amado um ser assim. Nessa mesma noite, fui até a cozinha beber água e vi quando Alice saiu sozinha de casa. Corri atrás daquela louca, o que ela estaria pensando em fazer? Apenas a segui até a casa de meus pais, a maluca pulou o muro antes que eu pudesse impedir. Como eu trabalhava na casa, possuía as chaves e entrei pela porta dos fundos da cozinha (passei pelo portão sem problemas, com a desculpa de que meus patrões haviam me chamado). Procurei Alice pela casa até que ouvi risadas vindas da sala de música: Alice estava ajoelhada e com o rosto vermelho, chorando muito enquanto minha mãe a fazia lamber-lhe o clitóris na frente de meu pai e de meu irmão que riam freneticamente.
A cena era deveras cruel, mas eu não podia interceder por Alice, se o fizesse seria preso novamente e nunca mais poderia vingar a mim nem aquela humilhação a que a pobre Alice estava sendo submetida então, me limitei a olhar. Logo que minha mãe terminou, Alan e meu pai a agarraram, Alan a usava por trás enquanto meu pai a fazia novamente trabalhar com a boca. Em alguns minutos gozaram.
Eu não agüentava mais, ia entrando na sala para salva-la quando percebi algo assustador: Alice estava gostando, começou a se masturbar com as pernas bem abertas para que todos pudessem ver e rindo muito. Achei que estava drogada, mas não estava, ela realmente havia gostado daquilo tudo. Minha mãe começou a lambê-la para que a garota pudesse gozar também e logo estava colocando-a para tomar vinho pelos orifícios vaginal e anal.
A orgia estava iniciada, meu pai e meu irmão faziam sexo ao mesmo tempo em que Alice e minha mãe e disputavam para ver quem tinha orgasmo primeiro. Aquilo era demais para mim, aquelas criaturas tinham que ter pacto com o diabo!Corromperam Alice numa velocidade assustadora e com certeza ela lhes falaria sobre mim. Vendo-me perdido tomei a decisão mais rápida e mais cruel de toda minha vida: Ateei fogo às cortinas de veludo da sala e corri para avisar aos empregados (um método de não me incriminarem) ao olhar para trás uma surpresa: eles não pararam seus atos para se salvar. Continuaram a orgia aos risos e debochando do fogo como se tudo não passasse de um delírio.
A cena ainda jaz em minha cabeça, mesmo onze anos depois, agora eu me encontro numa casa de doentes mentais. Aqui ao menos o fantasma deles não me persegue mais, mas às vezes ainda posso sonhar com a orgia infernal. Não sei se um dia esses pensamentos irão embora, mas uma coisa é certa, seja lá onde estiverem espero que estejam sentido todo prazer que eu tive ao ver suas cinzas sendo recolhidas junto a poeira da casa.
Postado por Kiva Holy Fang às 14:00 1 comentários
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Back to action!
Bom,deixei o blog entregue as moscas por um tempo mas voltei para falar mais besteira.(Mesmo que ninguém vá ler isso)Bom,feriadão completo com a presença de meu amado e de meus amiguinhos...s2 Fizemos coisinhas que não gastam muito dinheiro uma vez que o bom da coisa vai ser dia 18 na DDK mas foi bem divertido dividir uísque com estranhos,ver o Dan e meu namorado brigando na areia,a Marta dando show,atravessar terras hostis pra chegar em casa,depois conseguir acordar pra reunião do povo do Méier,voltar pra casa e dormir a rodo,acordar e tomar café na padaria,reunião de banda,Amelie Poulain(s2) e casa do Raze...
Postado por Kiva Holy Fang às 13:07 0 comentários
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Coisas que você faz sem pensar...
Ir pro Méier 11 da noite pra voltar as 07 da matina 8D
Foi legal conhecer o povo do meu amor...gente doida que nem ele e tudo cachaceiro -oiq Mas uns amores *o*
Rav ficou todo interessado nos assuntos,Chakalzinho interessado na birita(alguma novidade nisso?)e eu viajando na maionese como sempre 8D
Foi legal,conversamos,tiramos foto na igreja(-oiq),nos agarramos a lot,meu anjo sob efeito de cana fica doido(do jeitinho que eu gosto hehe).
Ficamos felizes...foi divertido a noite 8D
Bom é só isso por hoje .
Ps.: Tô de cabelo preto 8D
Status : Ouvindo Beauty & Stupid - Hide (sugestiva não?xDDD)
Postado por Kiva Holy Fang às 11:22 0 comentários






