
O frio da madrugada germânica batia cruel no meu rosto por conta do vento forte.Apesar de estar trajando o uniforme de inverno,meu sangue parecia gelar todo meu corpo e a consciência pesava muito mais que o fuzil que eu carregava.Sucumbi a uma filha das trevas e agora tinha que pagar por isso de algum modo.
Seu nome era Frida,uma loira dos olhos azuis com o corpo tão perfeito quando seria o de Afrodite se tivesse existido de fato.Ela estava no mercado quando a vi,meu coração acelerou(que o Führer não me ouça)eu a queria mais do que tudo naquele momento.Era tão linda que logo perdi as esperanças,jamais ela olharia para um rélis soldado.
Engano meu,assim como Afrodite olhou para o ferreiro horrendo,Frida olhou para mim.Eu não consegui acreditar,ao passar roçou-se em mim e me lançou um sorriso safado que logo me hipnotizou.Saímos do mercado enquanto conversávamos,mas ela falava com uma voz tão erótica que todas as frases que saiam de sua linda boca vermelha se transformavam,aos meus ouvidos,em “me fode”.Ela me levou até sua casa,uma mansão imensa,e coma mesma voz(e as mãos em meu pênis)me fez entrar.
A casa parecia normal,mas algo naquele lugar me causava arrepios.Frida jogou as compras no chão e pôs-se a me beijar e a se roçar em mim.Logo fique excitado,e ela elogiava meu tamanho enquanto se preparava para abocanhar.Frida me fez gozar em sua boca duas vezes,mas não me deixava completar o serviço com ela,chegava a quase gozar mas interrompia antes.Eu não entendia aquela atitude,era estanho mas ao indagar o porquê daquilo,ela me confortava dizendo apenas que gostava assim.
Após sete vezes repetindo esse processo,Frida levantou-se e me pegou pela mão dizendo-me que não queria gozar ali,mas sim num lugar especial e preparado para isso.Atravessamos os salões imensos da casa até chegarmos a uma portão.O portão de madeira possuía umas escrituras numa língua que eu não conhecia e um grande desenho de um sol todo pintado de negro;eu me arrepiei ao ver aquilo,não queria entrar mas meu corpo agora só obedecia aos comandos dela.
Ao abrir a porta,deparamo-nos com uma grande escadaria de pedra que descia para um tipo de caverna.Nas paredes,tochas de ferro iluminavam as estalactites grotescas.Descemos até um tipo de portão já vermelho por conta da ferrugem.Minha deusa falou algo em uma língua que eu não entendia(talvez a mesma das escrituras do portão de madeira)e o portão abriu-se lentamente.Atrás dele,dois homens altos e nus estavam segurando as correntes que provavelmente abriram o portão.Quando entrei naquele lugar,a baforada quente bateu contra meu peito nu,perguntei a Frida se aquilo era um vulcão,mas ela disse-me que era apenas uma fenda.Duas mulheres trajando roupas brancas com listras pretas dos lados levaram-nos a fonte do calor.
É difícil descrever o cenário:Havia uma ponte que atravessava apenas metade do abismo,no fim da ponte havia quatro correntes que se moviam independentes por uma barra de ferro presa ao teto e embaixo da ponte,jazia o símbolo do diabo,aquela maldita estrela.Eu queria desesperadamente sair dali,mas meu corpo não se movia um centímetro que fosse para longe de Frida que logo fora acorrentada e deixada fora da ponta,acima do pentagrama apenas,e logo em seguida uma mulher apareceu com uma cobra e ia coloca-la dentro de minha musa.Protestei mas ela disse que a cobra não era venenosa e que estava tudo bem.Eu vi a outra mulher foder Frida com aquele réptil pegajoso enquanto eu era chupado por uma outra que se posicionou na minha frente sem eu ter visto.Antes que eu gozasse ela pegou uma taça de cristal e fez com que eu jorrasse tudo ali dentro,assim que terminou ouvi Frida gritando meu nome para que eu a fizesse gozar.Viraram-na com o rabo virado para mim e só ai eu pude terminar o serviço com ela.Ela gritava e gemia de tesão,ao gozar pude ver seu líquido caindo no pentagrama incandescente e logo após tomou todo o sêmen que eu havia despejado na taça.
Tiraram-na de lá e ela mesma me conduziu a saída,ia me agradecendo pela ajuda em tom gentil e formal e disse que o Führer seria informado de minha ativa participação e do meu grande empenho e boa vontade em ajudar o 3º Reich.Fui embora confuso,aquilo era anti-cristão,o 3º Reich tinha sucumbido ao diabo e eu a filha dele que me fez ajudar!Na mesma hora que isso veio na minha cabeça meu intuito foi voltar lá e matar aquela corja de satanistas,mas o rosto angelical de Frida não em saía da mente,ela com certeza estava sob domínio de Lúcifer.Decidi então que eu tinha que salvar a alma dela,mesmo que fosse passando o resto da minha eternidade pagando pelos crimes dela no inferno.Se o leitor não se importar,terminarei esse relato aqui,preciso conversar cara a cara com o demônio para que ele deixe minha amada em paz.Sei que ele não recusará,ninguém desafia Hitler nem o povo ariano.
Obs.:Isso é uma obra de ficção,não existem relatos desse tipo de prática dentro da Schwarze Sonne.